Angra 3 recebe licença prévia
O presidente do Ibama assinou, nesta quarta-feira, a licença prévia para a retomada das obras na Usina Nuclear Angra 3, com 60 exigências a serem cumpridas pela empresa responsável pelo empreendimento.
O presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Roberto Messias Franco, assinou nesta quarta-feira (23) a licença prévia para a retomada das obras na Usina Nuclear Angra 3, localizada em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. A licença tem 60 exigências a serem cumpridas pela concessionária ou empresa responsável pela contrução.
Dentre as várias condições, o empreendedor deverá dar uma solução definitiva para o lixo nuclear que será produzido pela usina, antes mesmo do início da operação da Unidade 3. O monitoramento da radiação deverá ser feito por uma fundação universitária ou empresa independente da Eletrobrás. "Na análise do Estudo de Impacto Ambiental apresentado foi dada atenção especial a aspectos relacionados com a segurança das instalações nucleares e com a segurança das populações e áreas vizinhas", afirma Messias Franco. A empresa responsável pela obra deverá investir cerca de R$ 50 milhões em saneamento básico das cidades de Angra dos Reis e Paraty, no litoral do Rio de Janeiro. Além disso, deverá adotar o Parque Nacional da Serra da Bocaina, na divisa entre os estados do Rio de Janeiro e de São Paulo, e implantar a Estrada Parque da Bocaina, trecho Paraty-Cunha. Outra exigência é a realização de projeto de educação ambiental, com atividades de conscientização para acabar com a pesca de arrasto e propor novas atividades pesqueiras na região. O projeto também deverá fazer ações de conscientizar popular sobre a importância dos ecossistemas de mangues, restingas e Mata Atlântica. Dentro do Programa de Saúde Pública, o empreendedor tem de apresentar os resultados dos estudos técnicos desenvolvidos pela Fundação Oswaldo Cruz sobre os possíveis efeitos de radiação, a longo prazo, na população do entorno da usina, que deverá ser assistida por programas de inserção social. E devem ser elaborados programas de ações direcionados às populações indígenas e quilombolas com a participação de seus integrantes.
Fonte:revista Época
O presidente do Ibama assinou, nesta quarta-feira, a licença prévia para a retomada das obras na Usina Nuclear Angra 3, com 60 exigências a serem cumpridas pela empresa responsável pelo empreendimento.
O presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Roberto Messias Franco, assinou nesta quarta-feira (23) a licença prévia para a retomada das obras na Usina Nuclear Angra 3, localizada em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. A licença tem 60 exigências a serem cumpridas pela concessionária ou empresa responsável pela contrução.
Dentre as várias condições, o empreendedor deverá dar uma solução definitiva para o lixo nuclear que será produzido pela usina, antes mesmo do início da operação da Unidade 3. O monitoramento da radiação deverá ser feito por uma fundação universitária ou empresa independente da Eletrobrás. "Na análise do Estudo de Impacto Ambiental apresentado foi dada atenção especial a aspectos relacionados com a segurança das instalações nucleares e com a segurança das populações e áreas vizinhas", afirma Messias Franco. A empresa responsável pela obra deverá investir cerca de R$ 50 milhões em saneamento básico das cidades de Angra dos Reis e Paraty, no litoral do Rio de Janeiro. Além disso, deverá adotar o Parque Nacional da Serra da Bocaina, na divisa entre os estados do Rio de Janeiro e de São Paulo, e implantar a Estrada Parque da Bocaina, trecho Paraty-Cunha. Outra exigência é a realização de projeto de educação ambiental, com atividades de conscientização para acabar com a pesca de arrasto e propor novas atividades pesqueiras na região. O projeto também deverá fazer ações de conscientizar popular sobre a importância dos ecossistemas de mangues, restingas e Mata Atlântica. Dentro do Programa de Saúde Pública, o empreendedor tem de apresentar os resultados dos estudos técnicos desenvolvidos pela Fundação Oswaldo Cruz sobre os possíveis efeitos de radiação, a longo prazo, na população do entorno da usina, que deverá ser assistida por programas de inserção social. E devem ser elaborados programas de ações direcionados às populações indígenas e quilombolas com a participação de seus integrantes.
Fonte:revista Época

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